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sábado, 1 de julho de 2017

Página será excluída porque virei ateu

A página será excluída devido a minha conversão ao ateísmo e ao abandono de crenças sem fundamento e explicações mágicas para a vida.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Série os cinco pontos do calvinismo: Perseverança dos santos.



O quarto ponto do calvinismo é referente ao fato de que os eleitos não vão cair da graça, mas Deus em sua soberania e poder trabalha na sua onipotência para preservar através da perseverança os seus eleitos.

1) A necessidade da perseverança para  a salvação:

Como de comum entre todos os cristãos está a necessidade de permanecer no caminho da verdade, em comunhão com Cristo e sua igreja, Paulo em 1 Co 15:1,2 menciona a perseverança dos coríntios no evangelho que ele os havia ensinado pelo qual eles eram salvos, isso mostra que sem a perseverança não há salvação. Podemos passar a vida inteira obedecendo a Deus, estudando a bíblia  frequentando trabalhos da igreja, mas se no fim terminamos em uma vida promíscua e pecaminosa iremos para a condenação eterna.

2) Deus garante a perseverança dos eleitos:

Existem inúmeras evidências de que os eleitos não podem perder sua salvação por  garantia divina, vejamos alguns:

a) Evidências textuais.
Encontramos em algumas afirmações de Jesus  nos evangelhos como em Jo 6:38,39 onde ele afirma que veio fazer a vontade de seu Pai,  logo após afirma que a vontade de seu pai é que nenhum dos que o Pai lhe deu se perca, mas que ele o ressuscite no último dia. Afirmar que os que são de Cristo podem abandonar o evangelho  sem que volte (como o filho pródigo) é afirmar que Cristo desobedeceu ao Pai negando sua perfeição. No mesmo capítulo  no vrs 44 vemos que quem o Pai traz até Cristo é ressuscitado no último dia evidenciando novamente a garantia do futuro do eleito.
Ao referir-se a sua igreja como um rebanho de ovelhas Jesus diz que ninguém às podem tirar da sua mão porque o Pai que às o deu é maior que todos (Jo 10:28,29). Alguns tentam tirar a força do argumento afirmando que as ovelhas podem sair se quiserem, mas isso desconsidera o contexto que diz que as ovelhas o seguem (Cristo) e de modo nenhum seguirão estranho (Jo 10:1-5).

b) Evidências por inferência.
A doutrina da eleição, predestinação, e expiação eficaz evidenciam a permanência do Cristão em Cristo, pois o destino dos predestinados é a salvação (RM 8:28-30) e da eleição o fim é a salvação (2 TS 2:13).
Encerrando deixo como explicação para casos de apostasia 1 Jo 2:19.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O Cristão Água: uma análise crítica





Uma das propriedades da água é não ter cor, cheiro nem gosto e existe uma tendência cristã hoje semelhante, sem identidade que abre mão das suas confissões para como a água agradar todo mundo. Afinal conhece alguém que não gosta de água? A baixo estarei fazendo uma análise deste movimento.

1) Características

Esse tipo de cristão geralmente abomina debates, se omite em suas opiniões e usa como justificativa ser da paz e do amor. Considera debates como algo que não edifica e não traz crescimento, a cada grupo que ele se insere ele tenta aderir a forma como a água em um copo ou garrafa, o objetivo dele é ser popular e carismático para atrair multidões a si, atitude essa que é vista em uma grande parte da liderança evangélica, pois tais se dizem além de serem da paz e do amor serem eticamente corretos.

2) De onde vem essa postura? Da Bíblia?

A resposta é não, essa postura é secularista, e incompatível com a Bíblia como veremos mais a baixo, mas então de onde vem? Em minha análise essa postura é fruto do contexto social onde a verdade tem sido relativizada e a idéia de absolutos e universais estão sendo colocados de lado, e isso gera o deixar debate de lado já que cada um tem sua verdade, os cristãos estão caindo no mesmo ao não debaterem, e o agradar todo mundo que gera esse não opinar, abrir mão de quem eu sou pra ser quem querem que eu seja vem da numerolatria, idéia de querer ter muitos membros na igreja a qualquer custo, querer atingir fins numéricos sem meios corretos, uma ideia que vem de Maquiavel e não de Cristo. Então essa postura do Cristão água não tem nada relacionado com paz e amor, mas sim com a falta de amor ao conhecimento, a verdade e principalmente as pessoas, pois quem ama corrige.

3) Como eram Jesus e os apóstolos?

Jesus nunca foi o carismático nem o agradável que não opinava e estava sempre mudando pra agradar os outros, ele não era político, mas compromissado com suas ovelhas e com seus ideais doutrinários, amava sim e por isso corrigia. Se opôs ao sistema religioso da época e foi condenado por isso, poucos o seguiram e muitos que o seguiram o abandonaram pela dureza do seu discurso. Jesus corrigia seus discípulos e abria os olhos deles para verdade. Os apóstolos tinham a mesma postura e se Jesus ou os apóstolos se disfarçassem e entrassem em uma igreja como membros seriam chamados de radicais sem amor e anti éticos, pois chamavam os falsos profetas de lobos, Jesus quebrou o comércio em frente o templo e Paulo em suas epístolas até citava nomes oque hoje não pode, pois é anti ético.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Música Cristã ou música gospel? Por Daniel Gummi A. De Souza (Músico e seminarista).


Dou graças ao meu Deus pelo privilégio que ele me concedeu de ser criado por uma mulher temente a Deus e uma amante incondicional da boa música. Fui criado na igreja Batista, onde todos já sabem, prima pela pregação da Palavra e pela música cristã de qualidade. Ou seja, eu fui criado ouvindo música de qualidade em minha casa e em minha igreja, e isso me levou a ser um homem muito exigente no que tange a música de qualidade, bem como a pregação de qualidade. Cresci cantando e tocando músicas cristãs que exigiam estudo para serem  executadas e e muito conhecimento Bíblico para serem escritas.
Durante um período de aproximadamente cinco anos, congreguei em uma igreja bem diferente daquela em que fui criado, e foi justamente nessa nova igreja, que fui apresentado a um novo tipo de música cristã: que não exige muito estudo para ser executada e nem muito conhecimento bíblico para ser escrita. Pouco estudo para ser executada porque sua harmonia geralmente é composta por aproximadamente quatro acordes; pouco conhecimento bíblico porque, em sua grande maioria, as músicas não falam das verdades bíblicas, tão pouco colocam Jesus como centro,mas sim, as vontades do ser humano pirracento e cada vez mais voltado para o seu próprio umbigo.
Lembro-me muito bem do dia em que retornei a minha antiga igreja: logo ao me sentar, fui surpreendido pelo som de um piano muito bem executado, acompanhando um dos vários hinos clássicos, comuns a igreja batista; meus ouvidos se alegraram, meu corpo se arrepiou e quando eu menos esperava, fui tomado por um choro quase compulsivo. Seria um choro pela dor do arrependimento de um dia ter saído dali? Seria o choro por lembrar das decepções que vivi na outra igreja? Com certeza, não! Era o choro da alegria e da saudade que sentia daquele hino e de tantos outros que cresci cantando e ouvindo e que por cinco longos anos fui privado de ouvi-los! Era o choro de alegria por me lembrar de momentos maravilhosos de minha vida! Era o choro da saudade que eu tinha e ainda tenho de ouvir a minha querida mãe (que hoje está nos braços  do Pai Celeste) cantando hino após hino, enquanto cumpria suas tarefas diária em nossa casa.

Por que falar sobre isso?

Essa foi a maneira que encontrei para mostrar o poder que a boa música exerce sobre nós, seres humanos!
E isso me leva também a me perguntar: o que será dessa nova geração? Me faço esse questionamento pelo fato de ver o quanto a música cristã tem sofrido nos últimos anos. Ela já é mais tão bem executada! Ela já não é mais tão bem trabalhada! Ela já não fala mais sobre as verdades bíblicas! Ela já não mais exalta o nome de Jesus!
Na verdade, quando me refiro a "música cristã", não estou me referindo a "Música Cristã" em si, mas sim, a "música gospel".
Desde os meados dos anos 80 e início dos anos 90, quando esse termo surgiu (gospel) podemos ver o crescimento da música cristã, que a cada dia se tornava mais profissional e trabalhada. Posso citar vários nomes de verdadeiros músicos adoradores que se comprometiam com o estudo da Palavra e o estudo da música, fazendo assim com a música cristã se tornasse cada dia mais, alvo da admiração, não apenas de cristãos evangélicos, mas de cristãos católicos (que regravaram várias dessa canções), bem como do público não "religioso".
Mas infelizmente, no final dos anos 90 e primeiros anos do novo milênio, até os dias atuais, nossos ouvidos, nossas rádios, nossos lares e infelizmente nossas igrejas, foram tomadas por músicas fraquíssimas, com letras sem pé, nem cabeça, que foram transformando aos poucos as mentes das pessoas que frequentavam as igrejas, tornando-as assim em pseudo-adoradores, seguidores apaixonados e extravagantes, dos ídolos "gospel" que desprezaram as músicas até então cantadas em nossas igrejas, que passaram então a serem vistas como "músicas de velhos", e introduziram aos poucos, verdadeiros mantras gospel, que serviam e ainda servem como parte importante da estratégia de "discipular" a nova geração de "verdadeiros adoradores" que cantavam, dançavam, pulavam, caíam, mas eram verdadeiros analfabetos bíblicos.
As músicas que outrora nos levavam a conhecer a Palavra, saíram de cena e deram lugar aos mantras que nos afastam da Bíblia e nos tornam meninos pidões, insatisfeitos e malcriados, que dão ordens em Deus e que querem, porque querem ver todos os seus desejos realizados por Deus, custe o que custar!
A boa notícia, em meio a todo esse caos, é que a verdadeira música cristã nunca deixou de existir! Muito pelo contrário, permanece viva e tão profunda quanto antes! Ela foi apenas ofuscada pelas músicas do movimento gospel e  comércio que existe por trás dele.
Se eu amo a música cristã? Sim, a amo, a admiro e a respeito profundamente, por ser um instrumento importantíssimo de divulgação do evangelho de Cristo e por nos levar a refletir nas Palavra de Deus!
Se eu não gosto da música gospel? Já gostei! Hoje a abomino, pois vejo o mal que tem feito as novas gerações!
Ainda existe opções de boa música no meio cristão! Basta ter um pouco de boa vontade para pesquisar e o mínimo de senso crítico para não sair por ai, cantando heresias, como se fossem verdades bíblicas!
(Daniel Gummi A. de Souza)

Apocalipse 17: A meretriz e a besta de sete cabeças

O livro de apocalipse é muito difícil de ser interpretado, por ter muitas figuras de linguagem difíceis de serem entendidas, pois faz parte de uma literatura que hoje não existe mais, o capítulo 17 por exemplo traz algumas que veremos o significado:
1) Meretriz
O termo significa prostituta, é um símbolo da falsa igreja, da falsa religião que persegue a igreja de cristo, que é vista com muitas riquezas e luxúria  e um cálice de imundícias pois ela promove o pecado, coisas abomináveis a lei de Deus. (17:4-6) Essa figura é entendida como uma falsa religião pelo contraste entre noiva de Cristo que é a igreja e prostituta que seria o oposto ( compare 17:4-6 com 19:7,8), a prostituta persegue a igreja e mata os santos (17:6).
2) A besta
A besta é um símbolo do poder político anti-cristão em toda a história, o povo de Deus sempre foi perseguido pelos governos ímpios, vejamos os detalhes da descrição
a) Sete cabeças (17:9)
As sete cabeças da besta tem dois significados: I- Os sete montes  descritos no texto (17:9 a)  que a meretriz se assenta, isso identifica como a meretriz se manifestava na época de João, que era na cidade de Roma edificada sobre sete montes, lá estava o imperador que se auto denominava um deus, ou seja as sete cabeças eram os sete montes sobre qual foi edificado a cidade de Roma.
II- O segundo significado das sete cabeças são sete reis. Reis no texto não significam pessoas , mas reinos, por exemplo quando falamos de Alexandre o grande lembramos da Grécia, de César Roma etc...
- Cinco caíram: Referência ao Egito, Assíria, Babilônia, Medo- Pérsia e Grécia.
- Um existe: Referência a Roma da época de João que governava o mundo.
- Outro não chegou mas vai durar pouco: Isso segundo W.Hendriksen é uma referência aos governos entre a queda do império romano e a ascensão do governo do anti-cristo.
Referência: Ap 17:10
A história não acaba aí, ainda haverá um oitavo rei que será o anti- cristo, a besta de Ap 13:3 que será um dos reinos que existiram e reviverá para ser destruído (17:11).
B) Os dez chifres (17:11,12)
Chifre  é um símbolo de força e poder, o texto diz que são dez reis que ainda não receberam poder mas recebem autoridade como reis com a besta durante uma hora (pouco tempo)  esses oferecem seu poder que eles possuem a besta (17:13). Os dez reis são poderosos da terra que exercem domínio seja sobre a educação, indústria etc.. como diz Endriksen.
3) A vitória do Cordeiro
O melhor de tudo no cap 17  e no livro não são as especulações de quem é quem, e quando vai acontecer, mas sim a certeza de que Cristo vencerá, que tudo no final vai dar certo, todo poder religioso e politico será destruído por Cristo, encerro com Ap 17:14: Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e O Rei dos reis, vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.
Maranata

segunda-feira, 20 de junho de 2016

As três falsas manifestações de santidade


Santidade é um dos temas mais pertinentes das religiões em geral, quase todas  se não todas buscam um tipo de aperfeiçoamento do homem coletivamente e individualmente. Na busca por tal aperfeiçoamento existem muitos caminhos errados em que as pessoas se perdem vou citar aqui três:
1) Tradicionalismo
O tradicionalismo é uma falsa manifestação de santidade que se caracteriza por segui práticas e costumes adotados por sua denominação, é procurar se moldar de acordo com com o comportamento dos membros de sua igreja. Se a igreja exige saia para ser tido como mais santo ele adere e defende tal prática, se o é com relação a abstenção de bebida alcoólica ele se abstém e defende a abstenção, e isso gera um falso sentimento de santidade, enquanto mais ele adere tais costumes que são observados por  décadas ou séculos por sua igreja mais sentimento de pureza ela tem.  Tradicionalismo é o zelo pela lei de sua denominação que traz uma sensação de superioridade intelectual e prática ao membro.
2) Formalismo
O formalismo é o apego a forma com que se faz as coisas, é a ênfase no que é belo exteriormente e enche os olhos, no que aparenta ser santo. Poderia se usar formalismo como sinônimo de ritualismo, mas acima de qualquer características do formalismo é fazer por dever  e não por prazer, falta espontaneidade e entusiasmo oque prejudica o verdadeiro culto a Deus e a santificação.
3)Legalismo
O legalismo concentra sua ênfase no comportamento, na obediência de regras, nas proibições como  não beber isso, não comer aquilo, não vestir isso e etc...
O legalismo procura controlar o crente com ordenanças que criam temor (errei, pequei, estou impuro) ou soberba (não bebo não fumo e não me relaciono com ninguém que faça tais coisas).
Essas coisas podem trazer aparência de santidade, de disciplina para o corpo mas não tem valor algum diante de Deus (Cl 2:23).
4) A verdadeira santidade
Diferente de tudo que foi escrito acima a santidade é uma separação para Deus baseados no amor e na fé que temos por ele, ela é interna e é enxergada externamente, mas sempre vem de dentro.
A santidade parte da obediência a bíblia e não a costumes de homens e julgos pesados imputados por homens segundo a vontade de sua própria carne.
O objeto da nossa predestinação e eleição é a santidade, é para que nos tornemos irrepreensíveis (Ef 1:4).

terça-feira, 14 de junho de 2016

O Batismo com Espírito Santo na ótica da Bíblia.




O Batismo com Espírito Santo é o motivo da divisão entre "pentecostais" e "tradicionais". Os primeiros afirmam que O batismo com Espírito Santo ocorre como uma segunda bênção ao cristão pós conversão que deve ser buscada através do cumprimento de algumas condições, que variam muito de igreja pra igreja e autor para autor. Ao concluir que é pós conversão e deve ser buscado, chega -se a conclusão óbvia de que alguns buscam e são batizados e outros não buscam e não são, ou seja um dualismo entre batizados e não batizados. Essa é a visão pentecostal do Batismo com Espírito Santo, mas oque a Bíblia e a História revelam sobre o assunto?

1) A História

Antes do Séc 20 não existia tal visão, todos os grandes teólogos desde o início da igreja até o ano 1900 não entendiam que o Batismo com Espírito Santo era após a conversão, que nem todo cristão é batizado com o Espírito Santo e que a evidência era falar em línguas. Essa visão surgiu na virada de 1900 pra 1901 sob influência do movimento de santidade metodista. A visão única era de que:
I- O Batismo com Espírito Santo acontecia simultaneamente a conversão,
 II- Todo cristão era batizado,
 III- Não havia línguas como evidência.

2) A Bíblia

I) O momento em que ocorre o batismo.

Para responder essa pergunta devemos recorrer a Ef 1:13 onde lemos o seguinte "  ...depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa". No texto de Efésios apesar de não aparecer o termo batismo entendemos que ser selado é equivalente a ser batizado pelo seguinte fato: O termo Espírito Santo da promessa se refere a promessa de Joel (2:28,29, At 2:14-17) cumprida no pentecostes, e do pai (Lc 24:49) também cumprida no pentecostes. Após concluirmos que o selo é equivalente ao batismo vemos que o momento que ocorre esse batismo ou selo, é que como diz o texto no momento que cremos no evangelho "... e tendo nele também crido fostes selados... "
Assim concluímos que fomos batizados quando nos convertemos.

II) Quem é batizado com Espírito Santo.

Paulo escrevendo aos coríntios mostra quem é batizado 1 Co 12:13 " Pois todos nós fomos batizados com um Espírito formando um corpo...
Todos nós cristãos é a confissão Bíblica do assunto de forma rápida e direta.

III) Evidência é falar em línguas.

Esta conclusão é baseada em Atos 2 mas deve ser rejeitada pois atos relata um acontecimento ao invés de dar uma norma para todos os tempos. No texto estava acontecendo a inauguração de uma nova era, estava ocorrendo o cumprimento de uma promessa escatológica, era um momento novo e único, se fosse padrão ouviríamos sons de vento e veríamos línguas de fogo sobre a cabeça das pessoas toda vez que alguém fosse batizado com Espírito Santo. Cada evento sobrenatural ocorrido no texto teve um propósito e significado especifico dentro da história (não é intenção tratar aqui) e não devem ser exigidos que ocorram hoje, falarei mas no próximo ponto.

3) O livro de atos e o batismo com Espírito Santo.

Muitos baseiam a visão de um batismo com o Espírito Santo após evidenciado por línguas baseado em atos 2,8,10 e 19 isso se explica facilmente.
Os 120 de atos não foram batizados na conversão porque quando se converteram o Espírito Santo não havia sido enviado ainda, e quando foi eles ja eram convertidos, foi uma ocasião histórica e específica.
Outra questão é que o ocorrido em Atos 2 ter se repetido três vezes podendo ser base para normatizar o batismo após a conversão evidenciado pelo falar em línguas.
A resposta também é simples, os ocorridos após atos 2 eram para mostrar aos Judeus da época que os Gentios também participavam da graça de Deus e deveriam ser aceitos tanto que esses eventos aconteceram com os samaritanos (Cap 8), com um centurião romano (cap 10), com os discípulos de João Batista (Cap19). Para confirmar isto leia as ocasiões com atenção.
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